sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Não há mais nada alem do presente!
O presente é a única forma existencial real. Já que tantos, e por tantos matamos os nossos passados simplesmente vivendo-os.
O passado não é em si distinto do futuro, mas é um convite para que não possamos matar nosso presente.
Pergunte-se sinceramente se a andorinha desta primavera é diferente da andorinha da primavera passada, e se realmente entre as duas o milagre da criação vinda do nada, não se renovou um milhão de vezes por estas quatro estações sem que nós pudéssemos notar?
As coisas, os animais e os seres humanos têm o dom e habito de mudar constantemente, uns crescem, outros parecem fazer retrospectiva, seja visualmente ou mentalmente.
Como as gotas d’água que caem sob o solo de algumas corredeiras, e desabam, se quebrando como pó, porem fortes e rápidas como raios.
E em contra-partida o arco-íris, que se forma com partículas de sua ágil companheira água, continuando a dar vida ao céu, fixo, em sua tranqüilidade inabalável, completamente intacto a essa mudança de personalidade da água calma, a pó, a raio.
Mas se colocarmos nossos corações a analisar tal experimento da natureza chegaremos a tranqüilidade, de um rio, a raiz de onde parte todas aquelas cores. Um lugar onde se manifesta a vontade de vida. E então se torna o único elemento cujo sua duração importa verdadeiramente o dom da vida. E sua tranqüilidade de se sentir estável.
O presente tem me proporcionado o sorriso de criança, como se a vida fosse juventude, eterna.
Tão novo, e tão fresco, que o mundo inteiro me parece um hoje.
Na verdade, esta fantástica experiência, ainda que não seja vivida por todos, a todo instante, assusta a todos que acredita somente no estado de espírito momentâneo.
Mas somos nós que controlamos a “porta” aberta ou não para essas expectativas. E quando é um ”sim” que abre essas portas torna tudo tão alucinógeno que somos capazes de tudo, com garra e vontade de vencer todos os obstáculos com uma inacreditável força e perseverança sem hesitar um se quer instante.
Tudo se enraíza tão-somente no instinto natural de ambos os sexos; e nada mais é do que um impulso perfeitamente pré-determinado.
Só o que necessito é que apenas que aconteça um momento influxo e que mova montanhas sem que eu dê conta.
sábado, 29 de agosto de 2009
Que seja!
Quando não me surpreendi com as falhas, soltei o fardo.
Quando não chorei com a falta, sorri sozinha.
Quando sofri com a distancia, lembrei da presença.
Quando faltou o abraço, lembrei do conforto.
Quando o silencio tomou conta da voz, prevaleci em silencio maior;
Não pude se quer respirar, a voz polui o pensamento.
Quando não pude mais ser quem sou, deixei que fossem o que eu queria ser.
Foram super-heróis, foram astronautas, foram médicos, foram o mar.
Foi-se o céu, foi-se o sol, foi-se quem foi, foi e não voltou mais a ser.
Foi quem foi! Foram quem queriam ser.
E eu?! Eu não fui... Eu fiquei!
Fiquei a ser quem sou. E serei o que for...Que seja!
domingo, 9 de agosto de 2009
Espero que volte logo minha internet, de verdade!
beijo beijo, feliz dia dos pais! :*
terça-feira, 7 de julho de 2009
Amizade se vai, e a lembrança fica.
Desculpa chegar assim do nada, sei que deve ser tarde demais, deve passar da meia noite.
Mas tinha que entregar em suas mãos, uma carta para que lesse meu futuro.
Me desculpe a ausência, eu sei quais são as conseqüências.
Não sei se lembra do meu nome, ou numero de telefone, mas por me conhecer tanto, acho que ainda sabe o que penso. Pois é, as coisas mudaram por aqui, inverno não é mais tão frio, mais a primavera continua florida.
Desculpa por entre linhas ficar nessas redundâncias, e não dizer logo o que penso. Dar voltas em nó sempre foi meu forte, ao em vez de soltar ele dali.
Não me pergunte qual é meu intuito de estar aqui, porque acredito que seja nenhum.
É que as vezes lembro de você, e não de relance, mais com uma intensidade sem igual.
Levantei agora, e procurei meu celular pra te ligar, mais eu tenho medo da sua reação quando eu disser: alô, é ‘fulana’. E você me perguntar: quem? Como se não soubesse mais que existo.
Por umas dez ou mais vezes digitei seu numero, e você não estava. E por mais que não saiba mais nada de você, ainda sei que esta bem, e sinto que as coisas estão caminhando bem.
Aprendi ter mais fé, e por isso sei que as coisas estão bem por ai. Fé em você, e no seu potencial, coisa que sempre tive, mais hoje tenho certeza. Alias, sempre tive certeza, mais hoje enxergo mais que um palmo a minha frente.
Eu não sei se devo te pedir desculpas por ser quem fui, e não ser quem sou. Aprendi tantas coisas, e não quis admitir que quem me ensinou foi nada mais do que você.
Pois é, “temos que nos comparar com os melhores Ana”.
Fui tão pequena, que não podia enxergar, a grandeza que um ser pode chegar a ser.
Uma revista de historia me arrancam lágrimas, e olha que nunca fui tão mal nessa matéria.
Alias, nunca fui boa em matéria alguma, e quando se tratava de dar valor, era eu com nota vermelha.
Juro que sempre quis me dedicar, ser esforçada, e dar o melhor de mim, juro que quis ser bem mais do que fui.
Mas, me arrepender pra que? Se hoje os dias passam tão rápido, que nem sei mais que horas são.
Perco a noção do tempo, quando a única noção que tenho, é que preciso mostrar pra você pelo menos uma vez na vida que eu me importo sim, e que eu quero seu bem.
Que não vejo a hora de poder ouvir de você: olha, meus filhos estão lindos, formei minha família, no trabalho esta indo tudo bem, e só estou te procurando, porque sei que você ainda quer ouvir falar de mim.
E também tenho vontade de te desejar mil coisas, feliz natal do ano passado, e do retrasado também. E também feliz ano novo. Te desejar prosperidade, saúde, paz, alegria.
Tentar fazer você acreditar uma vez na vida que nada nunca foi em vão. Te pedir desculpas se isso foi um incomodo, e por fim, um abraço apertado.
E eu NUNCA VOU ESQUECER VOCÊ. Nsqetam.